Paulo condena guardar "dias, luas, tempos e anos"?
Paulo repreende os gálatas por "guardar dias, meses, tempos e anos" (Gálatas 4:10), mas o alvo principal é o calendário litúrgico judaico — sábados, lua nova, festas anuais e possivelmente anos sabáticos — não a astrologia pagã. A maioria dos comentaristas lê a passagem dentro do argumento maior da carta: gentios convertidos estavam sendo pressionados por agitadores judaizantes a adotar a lei mosaica como se fosse necessária para pertencer plenamente ao povo de Deus, contradizendo a suficiência da fé em Cristo.