A exigência de Naás: furar o olho direito de toda uma cidade
Naás, rei dos amonitas, cerca a cidade israelita de Jabes-Gileade e oferece um 'tratado' de aparência diplomática: aceitaria a submissão da cidade em troca de furar o olho direito de cada homem ali. Não se trata de tortura aleatória, mas de um ritual de vassalagem calculado — a mutilação incapacitaria os guerreiros de Jabes para o combate (perderiam a visão do lado usado para mirar com o escudo protegendo o outro olho), garantindo submissão militar permanente e marca pública e irreversível de humilhação para toda a comunidade.