Consultar o éfode antes de atacar: como Davi pedia autorização militar a Deus
Antes de socorrer a cidade de Queila, sitiada pelos filisteus, Davi não simplesmente decide atacar: ele consulta o SENHOR por meio do éfode sacerdotal, carregado por Abiatar, e recebe uma resposta afirmativa. Quando seus homens hesitam, temendo a reação de Saul, Davi consulta de novo — a mesma pergunta, pela segunda vez — e recebe outra confirmação, agora com instrução tática específica sobre entregar a cidade nas mãos dos filisteus. Esse protocolo, pedir autorização militar a Deus por meio de um objeto sacerdotal específico, era parte de um sistema oracular que funcionava enquanto havia um éfode ativo e um sacerdote autorizado para operá-lo. Com a centralização do culto no templo, essa prática específica de consulta bélica por éfode simplesmente deixou de existir como estava configurada antes.